Mostrando postagens com marcador documento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador documento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Atividade 10 - Aplicando as Tipologias







A atividade proposta pelo professor é que fizéssemos a análise dos documentos do Kit MCByte aplicando o modelo proposto por Luciana Duranti que consta no capítulo 5 do livro usos nuevos para una antigua ciência. Segue abaixo nossa análise:


Análise das séries documentais empresa MCEbyte

  1. Ficha Funcional
  2. Notas Fiscais
  3. Tabela de Preços
  4. Pedido de viagens virtuais
  5. Panfletos publicitários
  6. Projetos imagens impossíveis

 Elementos externos:
 Suporte

Material:Todos os documentos do Kit acima são compostos de suporte papel.
Formato: Folhas de papel A4: Ficha funcional e Panfletos publicitários
Folhas de papel A5: Notas fiscais, tabelas de preços, pedidos de viagens virtuais, projetos imagens impossíveis.

Escrita

Disposição, paginação, formatação: Formulários preenchidos.
Tipos de escrita: Em todos os documentos o texto é impresso, documento digital. Há diferentes tipos de letras do editor de texto. Nos quatro pedidos de viagens virtuais há escrita à mão nos campos assinatura.
Diferentes mãos, máquinas ou tintas: Não há nos documentos impressos vestígios de diferentes tintas utilizadas. No campo assinatura nos pedidos virtuais há assinaturas dos respectivos interessados.
Divisão em parágrafos: As notas fiscais, as tabelas de preços, as fichas funcionais são compostas por tabelas. O pedido de viagens virtuais e composto por texto dividido em parágrafos.
Pontuação: Segue padrão pontuação língua portuguesa em todos os documentos
Abreviaturas e iniciais: Em todos os documentos há a abreviatura SP para palavra São Paulo. Nos documentos pedidos de viagens virtuais há abreviatura UF, nas notas fiscais há Inscr. Est.  para Inscrição Estadual.
Rascunho e Correções: Na nota fiscal série A-1 nº 153 há uma rasura e logo após uma correção no campo endereço.
Software de computador: Em todos os documentos foi utilizado um editor de texto  para formatação dos documentos e também um editor de imagens para formatação dos panfletos e dos projetos de imagens impossíveis.

Fórmulas: Há fórmulas presentes no editor de texto que gera as Tabelas de Preços.

Linguagem:

Vocabulário: Nos documentos tabelas de Preços, notas fiscais, pedido de viagens virtuais o vocabulário utilizado é o comercial.

Composição:

Estilo: Linguagem comercial nas tabelas de preços, notas fiscais, pedido de viagens virtuais. Nos panfletos há linguagem comercial e publicitária e nos projetos há linguagem visual.


Sinais especiais: Nas fichas funcionais, tabelas de preços, notas fiscais, pedidos de viagens virtuais, panfletos publicitários há a logomarca da empresa MCEbyte. Nos pedidos de viagens virtuais que também é uma autorização de implante existem assinaturas dos interessados concordando como os termos do contrato padrão da MCEbyte, eximindo a empresa de qualquer dano. Os projetos são documentos individuais de um funcionário da MCEbyte por isso não pertence ao fundo da empresa e não possui sua logomarca.
Selo: Não se aplica

Anotações:

Fase de execução:

Autenticação: Fichas funcionais, notas fiscais, tabelas de preços, pedidos de viagens virtuais, panfletos publicitários são documentos produzidos pela empresa e atestamos isso ao ver sua logomarca. Os projetos de imagens impossíveis são pessoais de um funcionário que trabalhava na empresa MCByte.

Fase de gestão:

Quatro fichas funcionais:
Funcionários: Pedro Aurélio Figueiredo, nascido em 15/11/1952. Admitido em 01/03/1996 e demitido em 08/09/1999; José Arcimboldo, nascido em 28/03/1985. Admitido em 01/03/1996 e demitido em 08/09/1999; Júlio de Faria, nascido 04/11/1966. Admitido em 03/03/1996 e demitido em 08/09/1999; Tarsila de Andrade, nascida em 12/04/1976, Admitida em 01/03/1996 e demitida em 08/09/1999.
Notas fiscais (04):  Primeira nota datada de 23/04/1997. Cliente: Joaquim T Kirk, residente na av. Interprise, 2271 – S. Paulo. Segunda nota datada de 23/04/1997 em nome de Vinicius e Elisete Lima, residentes na Av. Copacabana, 50 – ap 12- Rio de Janeiro. Terceira nota datada de 27 de abril de 1997, em nome de Maria do Ingá, residente na Av. Herval, 321 ap. 42 – Londrina. Quarta nota datada de 28 de abril de 1997, em nome de Maria Clara Aligátor, residente na Rua Júlio Verne, 38 – São Paulo.

 Tabelas de Preços (04): Constam os serviços e produtos oferecidos pela empresa, os custos da empresa, comissão de venda, custo total, impostos e preço final. Primeira tabela datada de 01/04/1996, segunda datada de 01/04/1997, terceira datada de 01/04/1998, quarta datada de 01/04/1999.

São quatro formulários de pedidos de viagens virtuais nos quais constam os nomes dos clientes, seus respectivos endereços, telefones, documentos de identificação civil, datas e assinaturas.

Fase de administração:

Nas fichas funcionais há números de registros dos empregados. Pedro Aurélio Figueiredo registro 9608; José Arcimboldo registro nº 9605; Júlio de Faria registro nº: 9615; Tarsila de Andrade registro nº: 9701.
As notas fiscais possuem os seguintes registros: Nota nº 0151 série A-1, Nota nº 0152 série A-1, Nota nº 0153 série A-1, Nota nº 0154 série A-1.
As Tabelas de preços são identificadas através das datas de sua emissão.
Com panfletos publicitários percebemos apenas a qual empresa eles pertencem através da logomarca e endereço que identificam a empresa prestadora do serviço.

Elementos Internos

 Protocolo

Título: Os documentos são Ficha Funcional, Notas Fiscais, Tabelas de Preços, Formulário de pedido de viagens virtuais, Panfletos publicitários. Em todos os documentos citados constam os mesmos nomes para a empresa responsável por sua emissão. É a empresa MCByte, localizada na Rua Maurits Cornelis, 1989. São Paulo (SP). Fone (11) 3818-3795.

Data tópica/cronológica: Todos os documentos a data tópica é São Paulo/SP. Para todas as fichas funcionais a data de encerramento dos contratos que é 08/09/1999. Para as notas fiscais nº 151 e 152 a data é 23/04/1997, para nota fiscal nº 153 a data é 27/04/1997 e para de nº 154 a data é 28/04/1997. As Tabelas de Preços constam as datas de início de validade. A primeira é 01/04/1996, a segunda é 01/04/1997, a terceira é 01/04/1998, a quarta é 01/04/1999. O primeiro formulário de pedido de viagens foi assinado em 19/04/1997, o segundo foi em 20/04/1997, o terceiro 23/04/1997 e o quarto foi em 25/04/1997.

 Texto

Nas fichas funcionais o texto é iniciado pelo nome do funcionário. Constam seu endereço, cônjuge, data de nascimento, telefone, filhos, informações dos documentos pessoais, informações bancárias, admissão, rescisão e histórico do funcionário na empresa.
Nas notas fiscais além das datas constam os nomes dos clientes, endereços, e discriminação do produto e serviço com seu preço unitário e total.
Nas Tabelas de preços constam os serviços prestados pela empresa com os seus respectivos valores.
Nos formulários de pedidos de viagens virtuais constam os serviços a ser prestado com a ciência do cliente e sua respectiva autorização.
No panfleto publicitário o texto é iniciado por “Sem tempo para viajar?....desvendar os mistérios de uma arquitetura impossível.

Notificação: As fichas funcionais têm a finalidade de registrar o histórico dos funcionários da empresa. As notas fiscais têm o intuito de comprovação. As Tabelas de preços o intuito de informação. Os formulários de viagens devidamente assinados constam a ciência / autorização a respeito do procedimento a ser efetuado no cliente.

Disposição: Nos formulários de pedido de viagens constam os termos “desejo realizar..., autorizo a empresa..., declaro conhecer e concordar com todos....”. Nos outros documentos não constam esses termos.

Escatocolo:

Corroboração: os documentos possuem assinaturas de acordo com o padrão solicitado
Apreciação: Não há
Saudação: Não há
Clausulas adicionais: Não há
Atestado: Não possui
Certificação de firma: não possui
Notas de secretaria: Não possui
Classificação das empresas: Não há

Pessoas

Autor do documento: Quase todos os documentos são de autoria da empresa MCByte. As exceções são os projetos de imagens impossíveis que são de um fundo pessoal de um funcionário da empresa citada.

Destinatário do ato: Nas fichas funcionais, formulários de pedidos de viagens os destinatários são a empresa MCByte. As notas fiscais são os clientes que adquiriram os serviços. As Tabelas de preços tem como finalidade informar o público que tem interesse em adquiri algum serviço e os panfletos publicitários são o público em geral.

Destinatário do documento: Fichas funcionais é a empresa MCByte e os funcionários constantes nas fichas. São os mesmos do destinatário dos atos.
Tipo de ato: Os documentos geraram ações simples e contratuais.

Tipo de documento: Ficha funcional é um ato dispositivo; Tabela de preços é um ato informativo e dispositivo; Nota fiscal é um ato comprobatório; Formulário de pedido de viagens é um ato dispositivo, comprobatório; panfleto publicitário é um ato informativo.

Descrição diplomática: Os documentos envolvem atividades comerciais, vínculo empregatício, publicitários e informacionais.

OBS: Atividade alterada no prazo fixado pelo professor.




segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Atividade 9 - Documento Misterioso


 
  
        Bem, essa semana o desafio é descobrir um documento misterioso apresentado pelo professor em nossa última aula. Segue abaixo a imagem do dito cujo. 

        Esse é um cartão perfurado. Esses cartões eram utilizado no século XX  para o processamento e armazenamento de dados (confirmando a dica do professor que o documento era o avô do pen drive). A informação digital é representada pela presença ou falta de furos em posições previamente definidas. Sua primeira utilização ocorreu em torno de 1725. Em 1832 foi incorporado a informática. A IBM o desenvolveu para processamento de dados em 1950 e isso o fez expandir para computadores eletrônicos. Em 1958 foi introduzido no mercado sendo possível criar documentos de cartões perfurados em qualquer lugar.

Detalhando mais um pouquinho...
        Em 1890, um funcionário do Escritório de Recenseamento dos EUA, chamado Herman Hollerith’s, inventou uma máquina capaz de processar dados, baseada na separação de cartões perfurados de oito colunas, conforme o código BCD (Binary Coded Decimal).
        O fato de utiliza-lo para auxiliar na análise do censo de 1890, reduziu o tempo de processamento de dados de 7 anos (cálculos feitos a mão) para 2 anos e meio com uma população bem maior. Até 1950 eles foram utilizados como principal meio de entrada e armazenamento de dados, como dito anteriormente. Hollerith’s aperfeiçoou esses cartões e criou máquinas capazes de manipulá-los. Se tiver mais curiosidade em saber como esses cartões eram utilizados basta dar uma espiadinha no vídeo abaixo:
       Agora que já descobrimos qual o documento misterioso, faremos a análise solicitada pelo professor.
Qual espécie documental? Cartão perfurado.
É autêntico: Sim, pois é feito de acordo com o layout estabelecido e possui os sinais de validação.
Quais são os sinais de validação: a disposição dos números, a forma dos furos, o formato do cartão.
Qual o formato? Cartão Perfurado.
É documento de arquivo? Não podemos afirmar, pois não tivemos acesso a informação registrada para saber se tem valor de prova e também o contexto em que esse documento está inserido.
Fontes: www.ufpa.br e site museu virtual de informática







sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Atividade 8 - Atividade duplicidade e espionagem


 
Bem, galera, em nossa última aula rolou um cineminha com um filme chamado Duplicity.  No filme há dois espiões que deixam para trás o departamento de inteligência do governo para trabalharem em uma missão na qual devem proteger uma fórmula de um produto que trará grande lucro para a empresa que patenteá-la primeiro. Os espiões Ray Koval e Claire Stenwick, apesar de se amarem, passam a trabalhar para lados opostos. Nos foi passada a atividade de identificar 3 documentos na narrativa do filme e indicar o contexto em que esses documentos estavam inseridos, os sinais de validação, além da sua autenticidade e veracidade. Vamos lá então:





1. Credencial utilizada por Claire

No filme essa credencial servia como documento de identificação que permitia o acesso da funcionária Claire a empresa

Sinais de validação: Identificação biométrica e pessoal

Autêntica: Sim, porque foi criada pela entidade competente, possuía elementos que garantiam sua existência e possuía os sinais de validação.

Verídica: Sim, pois era um documento que permitia o acesso que era restrito da funcionária a empresa através da identificação biométrica.


2. Passaporte (esse tópico foi alterado de acordo com a correção feita pelo professor)

O personagem Ray Koval necessitava de um passaporte, pois era fugitivo e por esse motivo o documento foi adquirido de forma ilegal.

Sinais de validação: Cor, brasão, formato, layout.

Autêntico: Não é autentico pois não foi produzido pelo setor do governo canadense responsável pela emissão de passaportes.

Verídico: Não porque as informações contidas nele são falsas.


3. Conta do Hotel

É um documento que relaciona os gastos realizados por Claire e Ray no hotel durante o período de hospedagem.

Sinais de validação: Logomarca e dados do Hotel. Dados dos hóspedes.

Autêntico: Sim, porque foi criado pela entidade competente e possui elementos que garantam sua existência.

Verídico: Sim, porque contém informações verdadeiras de despesas que realmente ocorreram.






quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Atividade 5 - Um documento para chamar de meu



       Nosso blog foi criado com intuito de compartilhar os conhecimentos adquiridos e as tarefas referentes à disciplina de Diplomática e Tipologia Documental. Como resposta à atividade proposta pelo professor na última aula escolhemos como objeto dessa ferramenta alguns documentos pessoais como foco do nosso estudo. Hoje vamos tratar do principal documento de identificação no Brasil que é o RG (Registro Geral). A carteira de identidade caracteriza a identificação dos cidadãos brasileiros nascidos e registrados no Brasil. É um documento de extrema importância, pois também é útil para o requerimento de outros documentos, como CNH, diplomas, passaportes...
       A validação do RG é uma operação que exige cautela em função das diferenças nos formatos adotados pelos vários estados. Os métodos para averiguar sua validação se baseiam na conferência de características próprias dos documentos emitidos em cada período. Um dos elementos úteis para validação é o nome e a assinatura do diretor do órgão emissor responsável na época da expedição do documento, a compatibilidade da idade aparente na foto, os dados impressos no espelho do documento, a formatação das informações e por fim, a compatibilidade dos documentos de origem.



Análise do documento

     Denominação do documento: Carteira de Identidade - RG (Registro Geral)
     Definição do documento: Documento de Identificação Civil


Características externas:

   Espécie: Carteira de Identidade
   Tipo: Carteira de Identidade – Documento de Identificação Civil
    Gênero: Textual
    Formato: Carteira de identificação
    Suporte: Papel moeda
    Forma: Original
    Emissor: Secretaria de Segurança Pública do Estado
    Produtor: Titular da identidade.
    Função arquivística: Identificação do titular do documento
    Vigência administrativa: Documento permanente. Sua validade depende se a fotografia permite a identificação do titular, se não mais permitir é necessário solicitar uma nova via com fotografia atualizada..
    Conteúdo: Identifica nome, filiação, naturalidade, data de nascimento, órgão emissor e data de expedição. Consta assinatura ou a informação “Não alfabetizado” quando for o caso..
    Legislação vigente: Lei 12.037 de 01/10/2009, Lei nº 7.116/83, Art.2º, parágrafo e Dec. nº 89.250/83, Art. 5º, Dec. n. 70.391/72, e Dec. nº 89.250/83, Art. 6º e Dec. nº 3.927/01, Art.22.
     Prazo de validade: Até o momento para o RG não há prazo de validade, porém é necessário que a fotografia permita a pronta identificação do titular/portador do documento.

Sinais de validação:



    No caso do RG emitido no Distrito Federal aqui vão algumas informações que ajudam a verificar a autenticidade do documento:

    •  Órgão emissor: Instituto de Identificação Secretaria do Estado Público e Instituto de Identificação do DF;
    •  Não possui conjunção “E” na filiação, separando nome dos pais;
    •  A partir de 1983 não tem dígito verificador;
    •  Datas de nascimento e emissão são sempre numéricas;
    •  Documentos até 1984 não tinham perfuração, mas a foto era carimbada;
    •  Composição do RG: 7 dígitos

 Trâmite para expedição de Carteira de Identidade – RG emitido no DF:


    Para confecção do documento o cidadão deverá comparecer a uma das unidades do Na Hora portando certidão de nascimento e comprovante de residência. Para a primeira identidade o serviço é gratuito, para a segunda via é cobrada uma taxa de R$ 42.


As pessoas que podem tirar são:

   1 - O brasileiro nato.
   2 - O brasileiro naturalizado
   3- O português beneficiado pelo Estatuto da Igualdade e Tratado da Amizade, Cooperação e Consulta entre Brasil e Portugal

  Documentação obrigatória para o requerimento da 1ª e 2ª via da Carteira de Identidade (Em ambos os casos apresentar o documento original ou cópia autenticada em cartório)

1 - Brasileiro nato:

 - Certidão de Nascimento, se solteiro ou de Casamento (em ambos os casos, apresentar o documento original ou cópia autenticada em cartório);

  - Os requerentes casados, viúvos, separados judicialmente ou divorciados apresentarão obrigatoriamente a Certidão de Casamento, com a respectiva averbação para os separados e divorciados (apresentar documento original ou cópia autenticada em cartório).

2 - Brasileiro Naturalizado:

 - Certificado de naturalização (apresentar o documento original ou cópia autenticada em cartório).

3 - Português beneficiado pelo Tratado da Amizade, Cooperação e Consulta entre Brasil e Portugal: Certificado de Igualdade de Direitos e Deveres (apresentar o documento original ou cópia autenticada em cartório).
 
Observações:

      a) A fotografia do requerente é capturada pelo próprio sistema no momento do procedimento de identificação, obedecendo a padrões internacionais de qualidade, por isso não há mais necessidade do requerente levar fotografias.

2ª Via da Carteira de Identidade:

     A emissão de 2ª via da carteira de identidade no Distrito Federal dar-se-á mediante pagamento de taxa.

    São isentos do pagamento da taxa para expedição da 2ª via da carteira de identidade:

1 - Os portadores de deficiência, independente de seus rendimentos, devendo provar tal condição com a apresentação de carteira expedida por órgão da Secretaria de Estado de Ação Social ou órgão equivalente de outra Unidade da Federação.

2 - As pessoas carentes, uma única vez, cuja renda mensal não seja superior a um salário mínimo, devendo ser comprovada essa condição mediante apresentação de declaração expedida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Distrito Federal - SEDEST, que se faz presente junto aos Centros de Referência de Assistência Social - CRAS, Unidades de Alta Complexidade - UACs e Núcleo de Atendimento às Pessoas em Plantão Social - NUAPS.

3 - As pessoas cuja Carteira de Identidade haja sido ROUBADA, mediante apresentação do número do Inquérito Policial devidamente instaurado. Obs.: Não é o boletim de ocorrência que garante a gratuidade.

4 - Os idosos, quando se tratar de 1ª via de carteira de identidade com a expressão MAIOR DE 65 ANOS.

5 - Carteiras de Identidade com a inscrição: VALIDADE TÉCNICA DAS IMPRESSÕES DIGITAIS - 1 ANO.

6 - Carteiras de Identidade expedidas com erro de transcrição de dados ou digitação por servidores do Instituto de Identificação desde que comprovados com o mesmo documento apresentado anteriormente.


Aproveitando sugestão dada pelo professor vamos contar um pouco da história do nascimento do RG:

No século XIX quem fazia os registros dos eventos como óbitos e casamentos era a Igreja Católica.
Em 1907, surgiu o primeiro RG (Registro Geral), ou melhor, a época se chamava registro civil. O primeiro documento de identidade foi de Edgard Costa, presidente do gabinete de identificação e de estatística da polícia do Distrito Federal, que era localizado no Rio de Janeiro. Além do nome, filiação, profissão e endereço, pelo fato de não conter fotografia eram descritas características físicas ou até mesmo marcas particulares do titular do documento, como cicatrizes, tatuagens, se o nariz tinha projeção média e largura mediana, por exemplo.          
Os primeiros cartórios foram criados em 1875 e em 1888 os registros de nascimentos, casamentos e óbitos passaram a ser feito por órgãos do Estado.

Fonte: site mundoestranho.abril.com.br

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Atividade 3 - Plano de Classificação



        Como proposta de atividade o grupo recebeu alguns documentos da empresa de viagens virtuais MCEByte, com os quais deveríamos elaborar um plano de classificação. Para realizar a tarefa começamos com uma análise diplomática dos mesmos para posteriormente elaborar o plano.
     


Análise diplomática



Plano de classificação



Fizemos um novo plano de classificação com as correções feitas pelo professor. Segue abaixo: 




Proxima  → Página inicial